A cidade de Marcelino Vieira fica situada no Alto Oeste Potiguar. De acordo com o Censo 2010, o IBGE contabilizou 8.265 habitantes, sendo 4.894 na zona urbana, e 3371 na zona rural, mas houve um tempo em que apenas alguns trabalhadores passavam pela região e descansavam à sombra frondosa dos Freijós. A história conta que a cidade nasceu numa região habitada pelos índios Panatís e aos poucos foi povoada por famílias vindas de outros estados. A cidade que desde sua emancipação carrega o nome de um influente agropecuarista e político da região, também foi chamada de Passagem do Freijó, Panatis e Vila Vitória.
Com suas origens marcadas pela fé, o povoado que surgia ao redor de uma capelinha erguida em cumprimento de promessa feita à Santo Antônio foi se desenvolvendo e adotando filhos que mais tarde se juntariam aos seus. E a Vila de Vitória, que dependia de Pau dos Ferros tornou-se “Marcelino Vieira”, graças ao Projeto de Lei 909/1953, assinado por Silvio Pedrosa, governador da época.
CENTRO DA CIDADE

CENTRO HISTÓRICO DE MARCELINO vIEIRA-RN



Festa do padroeiro de Marcelino vieira- RN
SANTO ANTONIO

| Santo Antônio de Lisboa |
Santo Antônio é o Santo mais popular do Brasil e, também, é conhecido por ser o Padroeiro dos pobres, Santo casamenteiro, sempre sendo invocado para se achar objetos perdidos.
Em Marcelino Vieira-RN, a devoção a Santo Antônio ganhou força quando em 1861, o tenente da localidade, Antonio Fernandes de Oliveira, construiu uma capela ao santo, em cumprimento a uma promessa.
AS TRADIÇÕES DA FESTA:
A CIDADE ENFEITA- SE E CONTA SUA HISTÓRIA









ÉPOCA DO CARNAVAL (JEGUE FOLIA)
Data da Fundação: Dia 11/02/1996 por um grupo de irmãos, cunhados, amigos, amantes do carnaval, que estavam desiludidos com a trajetória que o carnaval de rua de São Luís estava seguindo, pois este vinha sendo invadido pelo axé-music bahiano, importado por organizadores de micareta (Marafolia), carnaval fora de época.
Objetivo: Fortalecer o carnaval de rua, conquistando os jovens foliões adeptos do axé-music, utilizando elementos autênticos do Carnaval de São Luís, tanto no stilo musical, quanto nas fantasias, adereços e alegorias, com um estilo alegre e irreverente.
Nome e Símbolo do Bloco: O nome foi criado de um trocadilho da palavra Marafolia, que resultou em JEGUEFOLIA, foi inspirado no animal Jegue e adotado como símbolo do Bloco. O Jegue é um animal característico na regão do Nordeste e o principal tracionador das carrocas que ainda hoje trafegam pelas ruas da Capital, de excelente resistência física, e, por diversas vezes, tentaram retirá-lo das ruas, cujo paralelo pode ser tracado como o nosso carnaval, quem vem resistindo bravamente ao longo dos tempos, e já foi considerado o 3º melhor carnaval de rua do Brasil.
Animação, Fantasias e Alegorias: A animação fica por conta de uma banda de música de instrumentos de sopro e percussão que toca marchinhas de carnaval, frevos, sambas e ritmos locais. A Fantasia é composta de viseira caracterizada com as orelhas do jegue e camisa pintada com motivos carnavalescos. A alegoria é composta pelo estandarte do bloco, burrinhas e alegoria gigante do jegue.
Locais de apresentações e dias de saida oficial: O bloco se apresenta no circuito oficial de rua no quatro dias de folia de Momo (São Pantaleão, Rua do Passeio, Praça da Saudade e Praça Deodoro) e no próprio bairro do Maranhão.



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Se a luta é previlégio dos forte.vencer é o ideal dos enteligentes
O tempo
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.





